segunda-feira, 7 de junho de 2010

Dia dos namorados!!!!



Eu sempre fui sensivel e por vezes romântico.
Sempre fui aquele que acredita no amor.
Desde que me conheço por gente, queria viver uma história de amor.
Amor de verdade... sabe?
Ter uma pessoa com quem compartilhar os momentos bons e que estivesse comigo também nos momentos ruins...
Eu sempre pensei muitas coisas a respeito do amor. Tinha muitas teorias sobre como lidar com ele, como seria comigo se ele de fato estivesse presente na minha vida.
Talvez demore mas isso não importa ...
Mas um dia, eu encontrarei uma pessoa que vai desconstruir tudo o que eu havia pensado...
E me ensinar uma nova forma de amar.
Me ensinar que o amor é muito mais do que eu imaginava. E muito mais complexo, diga-se de passagem.
E esta é a pessoa com quem eu desejo estar todos os dias.
Aquela em quem eu penso desde quando acordo, até quando vou dormir.
Aquela que faz com que eu me sinta feliz, só por saber de sua existência.. e de sua presença na minha vida.
A pessoa que irá conquistar meu coração, e todas as outras partes do meu ser.
E assim, quero que sempre esteja comigo, nos momentos bons ou ruins...
Encontrarei aquele tipo de amor que eu chamaria de divino.
Mas gostaria de fazer uma nota sobre o amor.
O amor é divino, de fato.
Mas ele só aparece dessa forma para nós porque contrasta com a nossa humanidade.
O nosso engano está em pensarmos que o amor, por ser divino, nos torna divinos também.
O amor não nos torna divinos.
Pelo contrário, nós continuamos sendo humanos. E isso ainda se agrava...
Nós começamos a fazer de tudo para sermos a melhor pessoa do mundo, ao menos para aquele a quem amamos.
E nós conseguimos, por um tempo. Somos um para o outro alguém que faz os nossos olhos brilharem, e o coração bater mais forte.
Por um tempo isso é fácil bahh se é vcs nem sabem....
Os momentos de alegria são mais comuns que as decepções e tristezas.
Porém, chega um momento em que nossa humanidade, nossas falhas por sermos humanos, falam mais alto, nossas alterações de humor(nossa é muito doloroso).
E começa a ficar mais difícil..
Porque o amor é divino. Mas nós não somos.
O amor é divino, mas ele não faz milagres... na verdade, o amor em si, não faz nada.
Nós é que fazemos coisas por causa do amor.
Nós fazemos coisas por amar.
E o divino do amor reside justamente aí.
Está no esforço extra-humano que fazemos, por causa desse sentimento, para superar nossos limites, para sermos melhores. Para sermos alguém digno do amor de quem amamos.
A nossa humanidade pode às vezes machucar. Machuca quem amamos, e nos machuca também.
E isso nos deixa tristes, pois gostaríamos que só houvesse felicidade, como no "felizes para sempre" desses filmes que vcs estão acostumados a ver...
Mas o amor de verdade, depois do "felizes para sempre" não é só felicidade.
Quando amamos de verdade, temos de nos esforçar, dia após dia, para que o amor não se acabe por causa da nossa humanidade, por causa das nossas falhas, por sermos simplesmente seres humanos.
Seres humanos que não deixam de ter defeitos por terem no coração um sentimento tão nobre e tão divino como o amor. Feliz dia dos namorados a todos, inclusive aos que tem algo semelhante a um namoro, como o autor que aqui subscreve, hehehehe...
By marconi

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Oração!!!


Abro o coração e a janela vendo sol e as chuvas que cercam a estação, dia após dia, sei que hoje estás aqui nunca me abandonou..tu és como um vento que não avisa quando sopra traz a vida vem e sopra sobre mim, alivia minha angústia meus problemas e conflitos quero que meu coração volte a viver em plenitude...
E se renovar com toque de transformação, te vejo num olhar sincero de um amigo que a tempo não vejo e resolveu te seguir de pertinho... E meu coração chama por ti porque te espero e assim volto a sorrir.
Espírito de Deus, toma minha vida como a chuva que tardou e ao deserto vida deu descendo sobre mim como a brisa que derrame sobre mim teu poder venha fluir para que meu coração e mente volte a ser o que era...

terça-feira, 1 de junho de 2010

Erros públicos


Não reclamo. Apenas constato. Tem ficado cada vez mais difícil a gente se reconciliar com os erros cometidos. O motivo é simples. A vida privada acabou. O acontecimento particular passa a pertencer a todos. A internet é um recurso para que isso aconteça. Os poucos minutos noticiados não cairão no esquecimento. Há um modo de fazê-los perdurarem. Quem não viu poderá ver. Repetidas vezes. É só procurar o caminho, digitar uma palavra para a busca,(google nosso herói hehehe).
Tudo tem sido assim. A socialização da notícia é um fato novo, interessantíssimo. Possibilita a informação aos que não estavam diante da TV no momento em que foi exibida.
A internet nos oferece uma porta que nos devolve ao passado. Fico fascinado com a possibilidade de rever as aberturas dos programas do meu tempo de infância. As imagens que permaneciam vivas no inconsciente reencontram a realidade das cores, movimentos e dos sons.
Mas o que fazer quando a imagem disponível refere-se ao momento trágico da vida de uma pessoa? Indigência exposta, ferida que foi cavada pelos dedos pontiagudos da fragilidade humana? Ainda é cedo para dizer. Este novo tempo ainda reluta suas primeiras palavras.
O certo é que a imagem eterniza o erro, o deslize. Ficará para posteridade. Estará resguardada, assim como o museu resguarda documentos que nos recordam a história do mundo.
Coisas da contemporaneidade. Os recursos tecnológicos nos permitem eternizar belezas e feiúras, mas é estranho tem gente que só quer o belo porque de feiura já esta cheia
que egoismo , eu enxergo pelo menos alguma coisa bela na própria feiura mas isto isto é o meu particular hehehehe.
Uma fala sobre o erro. Eles nascem de nossa condição humana. Somos falíveis. É estatuto que não podemos negar. Somos insuficientes, como tão bem sugeriu o filósofo francês, Blaise Pascal. O bem que conhecemos nem sempre atinge nossas ações. Todo mundo erra. Uns mais, outros menos. Admitir os erros é questão de maturidade. Esperamos que todos o façam. É nobre assumir a verdade, esclarecer os fatos. Mais que isso. É necessário assumir as conseqüências jurídicas e morais dos erros cometidos. Não se trata de sugerir acobertamento, nem tampouco solicitar que afrouxem as regras. Quero apenas refletir sobre uma das inadequações que a vida moderna estabeleceu para a condição humana.
Tenho aprendido que o direito de colocar uma pedra sobre o erro faz parte de toda experiência de reconciliação pessoal. Virar a página, recomeçar, esquecer o peso do deslize é fundamental para que a pessoa possa ser capaz de reassumir a vida depois da queda. É como ajeitar uma peça que ficou sem encaixe. O prosseguimento requer adequação dos desajustes. E isso requer esquecer. Depois de pagar pelo erro cometido a pessoa deveria ter o direito de perder o peso da culpa. O arrependimento edifica, mas a culpa destrói.
Mas como perder o malefício do erro se a imagem perpetua no tempo o que na alma não queremos mais trazer? Nasce o impasse. O homem hoje perdoado ainda permanecerá aprisionado na imagem. A vida virtual não liberta a real, mas a coloca na perspectiva de um julgamento eterno. A morbidez do momento não se esvai da imagem. Será recordada toda vez que alguém se sentir no direito de retirar a pedra da sepultura. E assim o passado não passa, mas permanece digitalizado, pronto para reacender a dor moral que a imagem recorda.
Estamos na era dos erros públicos. Acusadores e defensores se digladiam nos inúmeros territórios da vida virtual. Ambos a acenderem o fogo que indica o lugar onde a vítima padece. A alguns o anonimato encoraja. Gritam suas denúncias como se estivessem protegidos por uma blindagem moral. Como se também não cometessem erros. Como se estivessem em estado de absoluta coerência. No conforto de suas histórias preservadas, empunham as pedras para atacar os eleitos do momento filhas da putas que me causam toda minha indignação....
O fato é que o errante público exerce o papel de vítima expiatória social. Nele todas as iras são depositadas porque nele todas as misérias são reconhecidas. No pecado do outro nós também queremos purgar o pecado que está em nós. Em formatos diferentes, mas está. Crimes menores, maiores; não sei. Mas crimes. Deslizes diários que nos recordam que somos território da indigência. O errante exposto na vitrine deixa de ser organismo. Em sua dignidade negada ele se transforma em mecanismo de purificação coletiva. É preciso cautela. Nossos gritos de indignação nem sempre são sinceros. Podem estar a serviço de nossos medos. Ao gritar a defesa ou a condenação podemos criar a doce e temporária sensação de que o erro é uma realidade que não nos pertence. Assumimos o direito de nos excluir da classe dos miseráveis, porque enquanto o errante permanecer exposto em sua miséria, nós nos sentiremos protegidos.
Mas essa proteção que não protege é a mãe da hipocrisia. Dela não podemos esperar crescimento humano, nem tampouco o florescimento da misericórdia. Uma coisa é certa. Quando a misericórdia deixa de fazer parte da vida humana, tudo fica mais difícil. É a partir dela que podemos reencontrar o caminho. O erro humano só pode ser superado quando aquele que erra encontra um espaço misericordioso que o ajude a reorientar a conduta.
Nisso somos todos iguais. Acusadores e defensores. Ou há alguém entre nós que nunca tenha necessitado de ser olhado com misericórida?
Eu to sempre errando mas me contento que no outro dia dou um sorriso e continuo em minhas misérias a acertar pra viver em paz....

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Não estamos longe não!!!!


Você já parou pra pensar que as pessoas passam e estão passando pelas mesmas coisas que você?! Que, na verdade, as pessoas podem ser muito diferentes e, mesmo assim, num determinado momento, fazer parte de um mesmo grupo, que passa pelas mesmas situações?!
Aliás, essa é uma das funções da realização de grupos... Poder ver que passamos, muitas vezes, pelas mesmas coisas, que sentimos coisas muito parecidas, afinal, apesar de diferentes, somos todos seres humanos.
Digo isso porque hoje, num de lokão a pensar lembrei-me de um amigo que me disse algo que fez todo o sentido pra mim.
Disse ele que às vezes quem está longe nos compreende muito mais e melhor do que quem está do nosso lado. Que não é preciso se ver sempre pra se entender... Que às vezes, a vida nos surpreende e nos presenteia com pessoas assim.
Nesse momento, uma grande amiga e um ser muito especial na minha vida (sim Veve, professora de Capão da canoa :)), ela é do tipo assim não preciso falar mais nada, afinal, ela conhece meu infinito particular e sabe muito bem como é esse menino homem na condição finita de ser humano.
Ainda sobre isso tudo, na noite passada, tive um sonho muito interessante! Cheio de detalhes e coisas que me fizeram me sentir bem. Acordei pensando nela
alguém muito especial, mas que está longe. Desde o início nos perguntamos se estaríamos mesmo longe... Porque nos sentimos longe geograficamente, mas, ao mesmo tempo, estamos muito próximos pela sintonia com o universo.
Esses dias li uma frase que me chamou muito a atenção. Dizia que para estar junto, não é preciso estar perto, mas do lado de dentro! Concordo perfeitamente com isso porque é exatamente isso que eu sinto!
De tudo isso que se passa, só sei de uma coisa... Sei que quero ela sempre por perto, mesmo que esteja longe! ;)
Obrigado Veve por existir querida

terça-feira, 18 de maio de 2010

Dysney


Sou gibiófilo...
Sei que a palavra não existe, mas se existisse significaria “amante de gibis”, do grego “filos” = amizade, atração.
Desde que aprendi a ler, aprendi a gostar de revistas em quadrinhos, principalmente as da Disney pois não tinha luz aonde eu morava então tv só na casa dos outros. Aprendi a gostar de ler lendo gibis que ganhava dos outros, vizinhos, amigos etc.
Personagens como Tio Patinhas, Donald, Gastão, Margarida, Peninha, Pateta, sempre povoaram meu imaginário infantil.
Eu era uma criança irrequieta, agitada. Mas bastava colocar uma pilha de gibis em minha frente para que eu me aquietasse e ficasse em silêncio. Comprava gibis quanto tinha um troco, pedia emprestado, trocava... Tinha uma verdadeira gula por eles. Uma atração inexplicável.
Mas se aprendi a gostar de ler, também aprendi muitas outras coisas com os gibis que só fui me dar conta mais tarde já no seminário.
Aprendi que para ficar rico basta simplesmente poupar, como o Tio Patinhas. Poupar mesmo, radicalmente. Não gastar em absolutamente nada que seja supérfluo. Quem não é rico é porque não sabe poupar. Sentia-me culpado por não saber poupar, e encontrava aí a justificativa para não ser rico. Mas hoje percebo que quem poupa é porque é obrigado, é porque se não poupar não consegue pagar todas as contas. E a maioria dos poupadores que conheço são pobres de espirito e rabugentos...
Aprendi que crianças são criadas por tios ou tias, nunca pelos pais. Donald cria os sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luizinho. Mickey cria os sobrinhos Chiquinho e Francisquinho. Margarida cria as sobrinhas Lalá, Lelé e Lili. Zé Carioca tem os sobrinhos Zico e Zeca. Peninha cria o Biquinho. Pateta, o Gilberto. Até os Metralhas têm sobrinhos. Mais tarde descobri que Walt Disney era homossexual, não tinha família e era contra a instituição família. Então nunca a retratava em suas histórias. Ninguém casa, ninguém tem filhos.
Aprendi que ladrões roubam porque são maus. Os Metralhas, Mancha Negra, Professor Gavião... Todos eles roubam simplesmente porque é da natureza deles roubar. São bandidos porque gostam de ser. Mas hoje sei que o que faltou a bandidos foi justamente uma família estabilizada, educação em casa e na escola, condições para uma vida digna. E faltou justamente devido à concentração de renda nas mãos de pessoas como o Tio Patinhas...
Aprendi que crianças não têm religião, não rezam, não vão a nenhuma Igreja, não fazem catequese. Parece que o nome de Deus é proibido nos gibis da Disney. Mas hoje sei que crianças são muito religiosas e possuem uma fé mais pura e, às vezes, até maior que a dos adultos. E sei que a educação religiosa das crianças é de fundamental importância na formação de seu caráter e na construção do sentido da vida.
Hoje sei que nem revistas infantis estão livres de fortes ideologias, principalmente a capitalista. E acredito que, já que fazem parte do cotidiano de tantas crianças, estas revistas deveriam ser trabalhas em sala de aula de forma crítica e construtiva, a partir de questionamentos e comparações.
Não parei de ler gibis. Continuo lendo, é um excelente passatempo para mim quando o tempo permite ultimamente tenho tido bastante heheheh. Mas aprendi que preciso desaprender muitas coisas que os gibis me ensinaram....

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Quem disse


Quem disse que a vida tem que ser fácil? Bom, a minha nunca foi! E agora não ia ser diferente! A palavra da semana é: ACREDITAR (organização continua! hehehe...) Dizem que no final tudo dá certo, veremos! Tomara que o final, no meu caso, seja nos proximos dias...) Sábias teses e ilusões sem fim Ying, Jung, I Ching e outras cabalas
Procurando deus entre as folhagens do jardim....Que tolos fomos nós, que bom que foi assim. Que achamos um lugar pra ter razão distantes de quem pensa que o melhor da vida é uma estrada estreita e feita de cobiça,que nunca vai passar por aqui lembra de longas primaveras de andar pela cidade saudando novas eras...
Sonhando com certeza
Salvar a natureza
Ao final da tarde
Cegas crenças, lixo oriental
Ying, Jung, I Ching e outras balelas
Procurando deus entre as macegas do quintal
Seremos sempre assim, sempre que precisar
Seremos sempre quem teve coragem
De errar pelo caminho e de encontrar saída
No céu do labirinto que é pensar a vida
E que sempre vai passar por aí
Auras, carmas, drogas siderais
Ying, Jung, I Ching e outras viagens
Procurando deus entre delírios dos mortais
Seremos sempre assim, sempre que precisar
Seremos sempre quem teve coragem
De errar pelo caminho e de encontrar saída
No céu do labirinto que é pensar a vida
E que sempre vai passar
Sempre vai passar por aí....

sábado, 23 de janeiro de 2010

RETRATOS JÁ VISTOS


Vejo trilhas, vejo estradas minha já tem chão, mundo alegre nós tentamos no poema na canção. Mulher triste, mulher feia um consolo de luar, mas espero lua cheia algo novo a brilhar, vida solta, vida culta nos deslizes, no tentar.
Todos sabem, todos querem atenção, um pé de manga, abacate ou mamão....